Sabedoria

Junho 25, 2008 by mrcsh

“Woody Allen: When I go to sleep at night, put my head on the pillow, or walk down the street, I like to be thinking of story ideas. I’m always thinking about new plots. I would do anything to avoid that horrible moment of What do I do next? Paddy Chayefsky wrote about it-correctly-when he said it’s the time between that a writer thinks of going into a different business.”

Do livro que eu mostrei há dois posts atrás. Página 16.


NP: The New Pornographers - Adventures in Solitude

Hits Are For Squares

Junho 22, 2008 by mrcsh

O Sonic Youth acaba de lançar uma coletânea, acredito que a primeira da carreira deles. Ela está saindo pelo selo de música da Starbucks e não traz muitos atrativos pra quem já é fã da banda, fora uma fixa inédita (que deve ser possível de encontrar em outros lugares). Só de ver a capa do disco já dá pra sacar qual a idéia da coletânea.

O mais legal, no entanto, é que ao invés de fazer uma seleção randômica ou simplesmente pegar as músicas que venderam mais, eles chamaram pessoas famosas e bandas que são fãs do grupo para escolherem as faixas. Esta é a lista:

1. Bull in the Heather, selected by Catherine Keener
2. Sugar Kane, selected by Beck
3. 100%, selected by Mike D
4. Kool Thing, selected by Radiohead
5. Disappearer, selected by Portia de Rossi
6. Stones, selected by Allison Anders
7. Tuff Gnarl, selected by Dave Eggers and Mike Watt
8. Teenage Riot, selected Eddie Vedder
9. Shadow of a Doubt, selected by Michelle Williams
10. Rain on Tin, selected by Flea
11. Tom Violence, selected by Gus Van Sant
12. Mary-Christ, selected by David Cross
13. World Looks Red, selected by Chloë Sevigny
14. Expressway to Yr Skull, selected by the Flaming Lips
15. Slow Revolution (a música nova)

É uma bela seleção. E uma bela seleção de pessoas para fazer a seleção, aliás. Temos Radiohead, Flaming Lips, Gus Van Sant e até dois membros do elenco de Arrested Development (David Cross - Tobias e Portia de Rossi - Lindsay)! É legal saber que esse povo é fã de SY, e quais as músicas favoritas deles.

Na pilha

Junho 20, 2008 by mrcsh

Acabo de tirar da caixa esse dois exemplares. O primeiro, Conversations With Woody Allen. His films, the movies and moviemaking, coleciona 36 anos de entrevistas com Woody Allen feitas por Eric Lax, autor de sua biografia. Por todo ele, Allen fala sobre os filmes que fazia na época, repensa os que já havia feito, e fala sobre o cinema em si. São 366 páginas que prometem ser ultra interessantes!

Suburban Glamour é uma HQ de Jamie McKelvie, um dos co-criadores de Phonogram. Tem todo jeitão de ser legal, e é recomendado pelo Warren Ellis. Assim que eu terminar de ler, deixo umas duas linhas aqui dizendo o que eu achei.


NP: Belle & Sebastian - You Made Me Forget My Dreams

Back to the Future, part 1

Junho 20, 2008 by mrcsh

Se eu ouvisse as coisas que ouço hoje em dia quando era adolescente, o destino da minha banda poderia ter sido outro. No mínimo teria sido uma banda melhor.

(acho que é primeira vez que escrevo “quando era adolescente”. preciso NÃO repetir isso)

No ar!

Junho 18, 2008 by mrcsh

Acabamos de colocar no ar um pequeno site para o meu TCC, Entrada Para O Sucesso.
Não é nenhuma maravilha, já que foi feito por mim no iWeb, mas pelo menos está lá, serve de divulgação e tudo mais. Então acessem: http://www.entradaparaosucesso.com/

Qualquer comentário, pode deixar aqui, ou mandar no e-mail.

(preparando a 2a parte do post sobre a viagem em breve)

À espera

Junho 16, 2008 by mrcsh

Hoje assisti o último episódio deste ano de Battlestar Galactica. Deste ano, mas não desta temporada, que volta só em 2009, infelizmente.

Foi um episódio sensacional, coisa que não me surpreende mais dessa série. E me faz pensar. Tem tanta série meia-boca por aí, não necessariamente ruim mas também longe de ser realmente boa, tanta coisa feita de qualquer jeito que a gente engole; que às vezes fica fácil esquecer que dá pra fazer coisa melhor na TV. E essa é uma das séries que provam.

Vai ser duro esperar mais de seis meses pelos próximos episódios. Mas olhando pelo lado bom, isso dá tempo àqueles teimosos que ainda insistem em não assistir por preconceito com qualquer coisa que se passe no espaço (vocês sabem quem são) antes do (provavelmente) espetacular final. Agora é a hora!

(no futuro, ver post que pretendo fazer sobre séries injustiçadas)

Mudar de idéia

Junho 13, 2008 by mrcsh

Quando os Los Hermanos (a.k.a. Loser Manos) apareceram, lá pelos idos de 1999, com o hit “Anna Julia”, eu achei a música bacana. Eu fiquei conhecendo a música um pouco antes dela estourar em praticamente todo lugar, desde o Domingão do Faustão até o Programa Legal do Gugu. Mostrei para alguns amigos a musiquinha legal daquela banda ainda com cara de independente e tal. Aí veio o sucesso, e comecei a achar a música chatinha. Não se trata de síndrome de indie, é que a música nunca tinha sido tão boa a ponto de resistir a mil audições diárias. Poucas são. Tenha dó, né?

Contudo, nisso passou um tempo, saiu o segundo disco deles e algumas pessoas começaram a me dizer que os Hermanos não eram só “Anna Julia”, que as outras músicas eram diferentes e tal. Fui conferir, e realmente eram diferentes. Eram chatas pra caralho! Que merda é essa de pintar meu nariz? Vá ver se estou na esquina! Me irritava muito essa postura “nova MPB” da banda, que possivelmente nesse Bloco do Eu Sozinho esteve mais forte do que nunca.

Quando chegou o terceiro disco, Ventura, me animei um pouco. “Cara Estranho” é uma música muito boa, assim como “O Vencedor”. Mesmo assim, fui ouvir o disco inteiro e não rolou. Muito saco cheio em outras músicas. A mesma coisa vale para 4, especialmente nas músicas de Rodrigo Amarante (que me desculpem os fãs do cara).

No entanto, outro dia comprei um disco dos Los Hermanos. A tal coletânea Perfil. Por R$ 7,90, valeu bastante a pena. Tinha todas as músicas deles que eu gostava, algumas que eu não gostava e mais outras que eu não conhecia. Comprei e ouvi. E gostei. Não de tudo, claro. Valeu mesmo a pena, dei até chance para algumas músicas que não tinham me agradado no começo dos anos 2000, como “Quem Sabe” e “Primavera”. Até achei algum valor em “Todo Carnaval Tem Seu Fim” (apesar de continuar achando o refrão medonho). E hoje posso dizer que não sou fã da banda e nunca serei, mas até acho alguma coisa legal.

Muitas pessoas me acham cabeça-dura por ter opiniões fortes, e agem como se eu fosse totalmente fechado àquilo que os outros falam. Isso está bem longe da verdade. O que acontece é que eu penso muito para formar minhas opiniões, por isso elas são difíceis de serem mudadas, o que é completamente diferente. Eu ouço tudo que os outros falam, mas o que posso fazer se muitas vezes não concordo?

Talvez a parte mais fácil de exemplificar como posso mudar de idéia e admitir facilmente que estava errado seja na música. Existem diversos artistas que a princípio eu odiava (a ponto de falar “É UMA MERDA”), até que em certo ponto passei a apreciar. De alguns eu até virei fã. Pensando nisso, uma listinha de bandas e artistas que um dia foram xingadas por mim mas que hoje fazem parte da minha library do iTunes:

5) Coldplay
4) Nine Inch Nails
3) Rolling Stones
2) David Bowie
1) Bob Dylan

Existem diversas outras bandas que eu odiava e passei a gostar de uma ou outra música com o tempo, como KoRn, Blink 182, Marilyn Manson, etc… Mas esses casos se tratam de apenas algumas músicas mesmo, eu continuo não gostando da banda no geral (quanto ao Manson eu sou indiferente).

NP: Judy and Mary - 自転車

Viagem aos EUA - Parte 1

Junho 12, 2008 by mrcsh

Como muitos sabem, estou me preparando para deixar o país. Em agosto irei para os EUA, estudar na University of Central Florida, em Orlando, a mesma faculdade onde minha amiga Belle acaba de se formar. Vou atrás do meu Master’s degree, em um curso de três anos que se foca na produção de um longa-metragem digital. Estou com grandes expectativas para esse curso, como se pode imaginar. É claro que terei saudades absurdas de todos que ficarem aqui, mas voltarei sempre para visitar.

Com essa viagem em mente, fui aos EUA no começo do mês para resolver algumas das últimas pendências e procurar um lugar para morar. Como eu havia dito no último post, eu pretendia ir postando o desenrolar da viagem, que teve muitos pontos altos. No entanto, nem tudo saiu como o esperado. Não tive tanto tempo disponível nem acesso ao computador, e essa idéia acabou ficando de lado. Mesmo assim, como prometi um relato da viagem, começarei agora a escrever uma recapitulação resumida da viagem, destacando os pontos mais importantes.

Chegada

Meu vôo saiu de São Paulo às 11 da noite. Cheguei em Miami lá pelas 6 da madrugada. Sem ter pregado o olho. Sou do tipo que não consegue dormir em aviões, ônibus, etc. Nem por decreto, não tem jeito. A chegada é sempre meio confusa. Um lugar ao qual eu não estou acostumado, falando outra língua… E pra piorar, o aeroporto de Miami é grande demais e muito vazio. É difícil encontrar o lugar para onde se tem que ir. Rodei uma boa meia hora carregando minhas malas, procurando o lugar onde eu pegaria o carro que estava alugando. Finalmente consegui encontrar, pedi o carro mais compacto (barato) que eles tivessem. “Não quer um maior?” Não, obrigado.


Esse era o carro que me esperava.

A garagem do carro não fica no aeroporto, e para ir até lá a Hertz oferece um microônibus. Fui eu com outro cara até o lugar. Eles te dizem a vaga onde está o carro e você vai até lá. Encontra ele com chave e tudo. Cheguei na minha vaga e tive uma boa surpresa (você não sabe que carro está alugando lá, só a categoria). Encontrei um Mazda 3 na vaga, vermelho. Animal! Saí dirigindo ele me achando. Também foi a primeira vez que usei um GPS. No começo penei um pouco pra entender o tempo que ele dava pra você virar nas ruas, mas depois de alguns minutos já estava achando uma das maiores invenções de todos os tempos. Foi graças ao GPS que eu consegui ir de Miami para Tampa. Foram 4 horas de viagem, so sul ao norte da Florida. Seria mais interessante se não eu não estivesse com pressa… E se eu tivesse dormido um pouco mais. Não é legal dirigir quatro horas seguidas depois de passar a noite em claro no avião. Mas como eu tenho pressa, não quis esperar.


Sem isso, eu não sei onde estaria agora.

Quatro horas depois de dirigir numa estrada chaaaata (totalmente reta, sem buracos nem nada), cheguei em Tampa, no hotel onde eu ficaria. Na frente do hotel, o Ford Amphitheatre, o local onde eu veria um show do Radiohead no dia seguinte. E é sobre o show que vou falar no próximo post da série.


A estrada que eu peguei. Monotonia é pouco…


O hotel, finalmente.

Assisti

Maio 3, 2008 by mrcsh

Homem de Ferro superou minhas expectativas. Não é uma obra-prima do cinema mas é um dos filmes de super herói mais legais dos últimos tempos. Robert Downey Jr. faz o papel da sua vida (literalmente), e o resto do elenco está muito bem em seus papéis também. A história é boa para um filme do gênero e a direção funciona direitinho, apesar de não arriscar em nenhum momento. O filme apresenta bem a idéia do Homem de Ferro fazendo uma grande mistura dos elementos principais que ele foi adquirindo ao longo dos anos e deixando diversas pontas que podem render grandes momentos nos filmes futuros, como o alcoolismo de Tony Stark, o embrião do Máquina de Combate e o homem que eu acredito que será o Mandarin. O filme também ganha pontos por mostrar um Stark gente boa e não aquele cuzão pós Civil War que vemos nos quadrinhos hoje em dia. Há até uma “moralzinha” quase louvável. E quando for assistir, não saia antes do fim dos créditos nem que haja um incêndio. Há uma cena tão incrível que quem não gritar no cinema não é um nerd de respeito.

Leva **. Mas na escala nerd, como diria o Mafra, leva ****.

O Sonho de Cassandra é um grande Woody Allen menor. Lembrando que em se tratando de Woody Allen, menor está muito longe de significar ruim. Com certeza haverá quem diga que este é um filme desnecessário para quem já fez o excelente Crimes e Pecados. Besteira. Primeiro porque um artista pode (e talvez deva) continuar discorrendo sobre um assunto enquanto acreditar que ele tenha relevância e que tem algo a dizer sobre ele. Depois, porque ainda que este fime explore um tema já visitado outras vezes por Allen, existem diferenças na execução suficientes para diferenciá-lo dos demais. Este filme retoma a fascinação do diretor por Crime e Castigo, como já foi apontado por muitos, tratando da culpa e do absurdo que imagino que Wody Allen perceba ante à imoralidade vigente hoje em dia. A diferença para Match Point, seu último filme a explorar esse tema, é que enquanto aquele era mais cínico, este é mais incisivo e sugere alguma retaliação pelo crime cometido (mas não total). Filmes como esse ainda são atuais e necessários hoje em dia, e é muito bom que exista alguém como Woody Allen fazendo-os.

*** pra O Sonho de Cassandra.

E ouvi: O novo disco do Death Cab já vazou por aí, mas eu não vou baixar. Pretendo comprar no lançamento, semana que vem. O que eu ouvi foi a Daytrotter session, que a banda gravou pro site Daytrotter.com. Está disponível para download DE GRÁTIS, é só clicar no link. Eles tocam seis músicas, sendo duas do novo disco, Narrow Stairs, uma de Transatlanticism e três de The Photo Album, que já foi o meu disco favorito deles. As versões ficaram legais, nada de muito diferente. As músicas novas soam muito legais e me agradaram mais do que o single I Will Possess Your Heart, que eles haviam soltado antes. Confiram!


NP: Pato Fu - Woo!


PS: Diferente do que outras pessoas fazem, quando eu dou ** pra algo já quer dizer que eu gostei. *** quer dizer que eu gostei muito e **** quer dizer que é sensacional.

PS 2: Semana que vem estarei viajando, mas pretendo atualizar o blog on the road. Possivelmente os posts serão mais interessantes do que os que eu faço “parado”.

Um Novo Dia

Abril 16, 2008 by mrcsh

Já faz alguns meses que a Marvel resolveu mandar às favas todas as cagadas que vinham sendo feitas há anos com o Homem-Aranha e recomeçar tudo do zero, ou quase. E isso, como qualquer grande decisão envolvendo personagens de quadrinhos conhecidos hoje em dia, causou uma grande choradeira por parte de fãs pela internet afora.

O motivo dessa vez foi o modo encontrado pela editora para fazer o reboot. Com a tia May no hospital, como resultado direto da idéia (totalmente fora de personagem) de girico que Peter teve de revelar sua identidade para o mundo, Peter parte pelo mundo em busca de uma cura. Apesar de ir atrás de gente que desafia a morte toda semana, ninguém consegue ajudar o cara, e ele acaba recorrendo ao demônio Mefisto. Este lhe propõe uma troca: sua tia pelo seu casamento. Depois de algum drama, ele e Mary Jane aceitam e Mefisto faz com que todos esqueçam tudo que vinha empatando as histórias do herói nesses últimos anos: casamento, indentidade revelada, teias orgânicas, origens místicas pros poderes e uma série de outras péssimas idéias.

Agora, é verdade que essa história que eu descrevi acima, chamada One More Day, é ruim. Pacto com o demônio? O pior é a explicação do porque o tal demônio quer o casamento, e não a alma dele (não vou contar pra não me desviar do assunto). Mas isso não importa. O que importa é o que vem depois, o evento chamado Brand New Day.

Esse é o reboot em si, é o resultado da mágica de Mefisto. Com isso, temos Peter novamente solteiro, com problemas de grana e de mulher, sem (até agora) estar envolto em sagas absurdas. E isso, pra mim, valeu aguentar a história tosca anterior. Eu não entendo como existe gente que só por causa disso não consegue apreciar as histórias que vieram depois. Se qualquer coisa tosca numa cronologia impossibilita você de ler o que vem depois, acho que quadrinhos não são pra você. Pior ainda é quem diz “qualidade não, eu quero cronologia”. O que dizer pra um sijeito desses?

Enfim, logo após One More Day o Aranha passou a ter apenas um título nos EUA, Amazing Spider-Man. Ele sai agora três vezes por mês, cada mês com uma equipe criativa diferente. Até agora a qualidade está bem satisfatória.

O primeiro mês foi de Dan Slott e Steve McNiven, uma dupla difícil de ser superada. McNiven é um de meus artistas favoritos hoje em dia e Slott é um roteirista e tanto. Essa história serviu para situar todo mundo no mundo do Aranha de hoje em dia. Trouxe de volta Harry Osborn, um personagem que estava fazendo falta, colocou Peter de volta ao Clarim e definiu o tom do que está por vir. Muito divertido, coisa que o Aranha havia deixado de ser há um tempo.

No segundo mês foi a vez de Marc Guggenhein e Salvador Larroca. Acho o mês mais fraco, pois a trama não foi tão interessante e contou com a presença de Jackpot, uma personagem que pode ser Mary Jane com poderes, o que tornaria esse Brand New Day mais tosco. No entanto, a última parte da história é muito boa e deixa uma ponta bastante interessante. E apesar de eu não ser um grande fã da arte do Larroca, nessa história ele se superou, e a arte está muito boa. Provavelmente por causa da troca do colorista, espero que ele continue trabalhando com esse Jason Jeith no futuro.

O terceiro arco, que eu terminei de ler recentemente, é o que eu estava mais esperando. Isso porque o roteiro é de Bob Gale, um dos roteiristas da trilogia De Volta Para O Futuro. Convenhamos, é uma referência e tanto. Felizmente ele correspondeu e fez uma bela história, que lembra o período clássico do Aranha. A arte de Phil Jimenez, no entanto, poderia ser melhor, e atrapalha um pouco a apreciação. Ele se sai bem desenhando quadros do Aranha em ação, mas nem tanto com os rostos dos personagens, além da sua narrativa ser um pouco confusa.

A quarta história já começou nos EUA, mas eu ainda não estou acompanhando. Ela é escrita por Zeb Wells e desenhada por Chris Bachalo. Pelo que li até agora eu posso dizer que, embora ainda não tenha saído nenhuma história antológica disso tudo, estou gostando mais das histórias agora do que a maioria do que saiu nos últimos 10 anos. A Marvel fez a coisa certa em dar esse merecido recomeço ao herói e espero que não volte atrás. E os fãs chorões que continuem chorando. No mais, Ultimate Spider-Man continua sendo o melhor Aranha disponível. Eu recomendo Brand New Day, mas se for escolher apenas um Aranha, leia Ultimate.