Pensamentos randômicos
(Atenção: post esquizofrênico e cheio de links à frente)
Ando sem inspiração para escrever belos textos aqui. Mesmo que alguém argumente que eu nunca fiz isso, pelo menos já houve essa intenção.
Enfim, já que não vou escrever nada muito grande ou detalhado, pelo menos deixo pequenos comentários aqui; que poderiam ter sido coisas maiores, tivesse eu mais capacidade com as palavras (e com o cérebro).
-Elebits é um jogo injustiçado e sensacional. Injustiçado porque ninguém conhece, não por ter recebido críticas ruins (o que não aconteceu).
-Preciso urgentemente aprender a terminar as coisas que começo.
-Na FestComix eu comprei por impulso a HQ Epilético, por um cara chamado David B. Achei a capa, o nome e o traço muito legais e tinha um bom desconto.

Estou adorando. O The Guardian disse “Pense em um Robert Crumb que tivesse algo realmente sério com que se preocupar; ou então Harvey Pekar desenhado por Picasso.” Imperdível, não?
-Terminei de ler o livro Extremamente Alto e Incrivelmente Perto, do sr. Jonathan Safran Foer (interpretado no cinema por Elijah Wood, em Uma Vida Iluminada) e achei genial! Ainda decido qual será o próximo a ser lido. Tenho alguns favoritos, mas muita coisa pode mudar. Enquanto não decido, estou relendo O Dicurso Cinematográfico: A Opacidade e a Transparência, de Ismail Xavier, e lendo alguns contos do terceiro volume da coletânera Histórias de Robôs, editada por Isaac Asimov.
-Preciso de um senso de organização melhor tipo, pra ontem!
-Ainda não vi O Ex-Namorado da Minha Mulher. Um crime, considerando que o filme conta com os incríveis Zach Braff e Jason Bateman.
-Finalmente assisti Paris, Te Amo. Bem irregular, mas há momentos muito bons nele. Infelizmente não sei ainda quem dirigiu o quê, a não ser pelas obviedades. A trilha sonora é muito boa. Conta com duas canções da sensacional Feist (uma delas em francês), além de outras pérolas.
-Quero muito ler Demo, de Brian Wood.
-Tricolor campeão do primeiro turno. Se a tradição for mantida, esse ano é penta! Aguentem! Em tempo: tenho vergonha da independente, que se recusa a gritar o nome de Richarlyson nos jogos. Ridículo.

-Estou escrevendo algumas coisas, mas como acontece geralmente, eu começo a duvidar do que faço depois de um tempo. Preciso me concentrar muito para seguir adiante e com isso andei pensando em como podemos medir o quanto algum produto da indústria cultural, principalmente (mas não exclusivamente) um filme, é “bom”. Isso se liga ainda a este post publicado recentemente no blog do Paulo, assim como a algumas matérias que andei lendo e que contam como Antonioni e Bergman eram criticados por muitos antigamente, inclusive citando uma crítica de Glauber Rocha falando horrores sobre Bergman e arrasando Persona e Gritos e Sussurros. (Pro inferno com Glauber. Entre os dois, não penso nem meia vez antes de escolher o Bergman.) Mas voltando ao assunto, este é um assunto sobre o qual eu talvez tenha algo para falar então quem sabe em breve eu não faça um post só sobre isso, extendendo mais a questão.
-Mais legal que o Glauber é o Woody Allen (lógico), que chamou Bergman de “provavelmente o maior artista do cinema desde a invenção da câmera que capta movimentos” e confessou que sempre perdia no pingue-pongue para Antonioni.
-Medo de seguir em frente, mas como diz meu pai, “pra frente é que se anda”. Nem sempre é verdade, mas geralmente é.
-Continuam procurando putinhas e filmes “prono” por aqui. Os últimos termos procurados foram “procurando putinhas” e “o melhor filme prono do mundo”. Mas o campeão ainda é o Homem-Aranha (houve até quem procurasse pelo Homem-Aranha 4 aqui), seguido de um tal de “Shopping TAIME”. Sim, Shopping TAIME. Acredito que estivessem querendo dizer “Shop Time”, mas eu posso estar errado.
-Built to Spill é FO-DA!
-The 4400 é muito muito legal, mas tinha potencial para ser melhor. Se tivesse uns roteiristas mais competentes, humilhava Heroes de um jeito que não teria nem graça.
-Uma lágrima para Mike Wieringo. Foi-se cedo demais.
NP: The Beatles - The Fool On The Hill
(este post vai ser marcado com quase todas as tags que eu uso)
Agosto 14, 2007 em 5:40 am
Casilli, bom o post!
Mas continue escrevendo roteiros que eles são bons sim!